sábado, 7 de julho de 2012
MUITO ALÉM DE CRENÇAS, UMA VIDA COM PROPÓSITO
sexta-feira, 22 de junho de 2012
AMIGOS,REDES SOCIAIS, E BLOGS, FONTES RENOVÁVEIS DE ALEGRIA
quarta-feira, 16 de maio de 2012
+ QUE ORAR PARA VIVER é VIVER PARA ORAR +
A Biblia nos diz que fomos criados com o propósito de sermos companheiros de Deus. Ora, em qualquer relação de companheirismo, uma das condições básicas é a capacidade de podermos falar livremente, uns com os outros. No relacionamento com Deus, isto ocorre sobretudo na forma de oração. Segundo o dicionário popular, “Oração é um ato religioso que visa ativar uma ligação, uma conversa, um pedido, um agradecimento, uma manifestação de reconhecimento ou ainda um ato de louvor diante de Deus. A oração (na crença cristã), é a comunicação e o fruto consciente do relacionamento com um Deus (que além de transcendente é também pessoal), e, durante o qual, a pessoa louva, agradece, intercede pela vida de outro, pede bênçãos para ele ou para outrem, e através desta comunicação pode desfrutar da presença de Deus . O propósito da oração seria então, o de obter para si mesmo e/ou para os outros, bênçãos e graças que Deus já estaria disposto a conceder, mas que deveriam ser solicitadas para serem obtidas.”
terça-feira, 1 de maio de 2012
O HOMEM, QUEM ELE É? - 2
Na 1ª parte publiquei alguns modelos que ajudam a compreender quem somos; como tal, são antes, tentativas de representação de uma realidade complexa, passíveis portanto de aperfeiçoamentos, ou mesmo substituição por novos modelos que venham a se mostrar mais úteis neste propósito. Nesta oportunidade, desejo registrar minhas crenças afins, naturalmente objeto de fé.
domingo, 22 de abril de 2012
O HOMEM, QUEM ELE É ? - 1
domingo, 11 de março de 2012
VIVER OU NÃO VIVER (SIMPLESMENTE EXISTIR), EIS A QUESTÃO ! - 2
quinta-feira, 1 de março de 2012
VIVER OU NÃO VIVER (SIMPLESMENTE EXISTIR), EIS A QUESTÃO ! - 1

Expressões contemporâneas: “ Na lápide de muita gente deveria estar escrito: Morto aos 30 anos. Enterrado aos 60” (Nicholas Murray, escritor americano). Também, alguém já disse que “Os antigos persas acreditavam que os primeiros 30 anos deviam ser passados vivendo, e os últimos 40, compreendendo a vida”. Schopenhauer disse: “os primeiros 40 anos da vida nos dão o texto; os 30 restantes, o comentário do texto”. São expressões irônicas, para não dizer irreverentes, que destacam o desperdício do não viver, isto é, simplesmente existir.
Viver de verdade. Viver uma vida autêntica opõe-se ao não viver, simulacro de vida. A alegoria da caverna, idealizada por Platão, é uma exemplificação de como podemos estar inconscientemente vivendo na condição de escuridão que nos aprisiona, e sua libertação através da luz da verdade. “Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali. Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder mover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira. Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade”. Por oportuno, a palavra “educação” vem do latim “ducere” significando “guiar”, conduzir, e o prefixo “e” significando para fora, assim educar = tirar para fora; tirar para fora da ignorância, do erro decorrente de sombras projetadas. Imagino que, dentre outras, são “cavernas” muito de senso comum e pensamentos alheios equivocadamente assimilados como verdadeiros, conformando nossas cosmovisões, e, bem assim, as raízes de amargura e frustrações alimentadas ao longo da vida que deformam nossas visões da realidade. Com a terceira idade e a aposentadoria, estou mais atento em identificar, e sair através da luz da verdade, destas “cavernas” de pensamentos e lugares comuns.
Viver no caminho. Uma das características da vida é o movimento, símbolo de dinamismo, o que pode ser ilustrado pelo ato de caminhar. Caminhar é também símbolo de esforço, que se contrapõe a preguiça, normalmente associada com imobilismo, mesmice. O crescimento é uma forma especial de movimento; há progresso. A vida autêntica é dinâmica, é movimento. Três comparações freqüentes de como vivemos a vida: como caminhantes, participantes, solitários às vezes, tais quais peregrinos (é reconhecido que peregrinar carece caminhar-se motivado "por" ou "para algo); como observadores, distantes, que vêem a vida passar da janela, sem interagir; e, mais recentemente, como telespectadores, observadores de 2ª mão, que seguem a lei do menor esforço, de deixar que outros pensem em seu lugar; poderiam relembrar a advertência de Sócrates, de que “uma vida irrefletida não vale a pena ser vivida”. Considero que meu tempo como telespectador está minimizado, mas confesso que ainda permaneço muito como observador em detrimento de caminhante.
Já os primeiros cristãos pensaram em sua relação com Jesus Cristo, o Senhor, como o Caminho, no qual deveriam andar, um rumo claro e definido para suas vidas. Jesus Cristo disse “Eu sou o caminho, a verdade e a vida...”, e, convidou seus seguidores a caminharem juntos com Ele (não fossem apenas ouvintes); que conhecessem a verdade (que os libertaria de uma vida inautêntica, de sombras da realidade); e, que tivessem vida autêntica (“ Eu vim para que tenham vida e vida em abundância”); e, ainda hoje Ele nos estende este mesmo convite. Creio que este convite eu já aceitei, e me encontro no Caminho.






